Senador denuncia artimanha de Lula para sabotar e controlar CPMI do INSS, alerta para acordão e reage; VÍDEO!
O senador Eduardo Girão, em vídeo divulgado pelas redes sociais, denunciou que há articulações para entregar o comando da CPMI do INSS aos aliados do governo.
O estratagema foi usado em outras CPIs, como a da Pandemia e a do 8 de janeiro, em que a comissão deixou de investigar os crimes para os quais havia sido instaurada e se transformou em mera ferramenta de perseguição política.
Eduardo Girão disse:
“CPMI DO ROUBO DOS APOSENTADOS: DISPUTAREI A PRESIDÊNCIA. CHEGA DE ACORDÃO!
Vejo na mídia que, a portas fechadas, já decidiram em mãos de quem querem colocar o destino de uma das mais importantes Comissões Parlamentares de Inquérito da história do Congresso. Um escândalo que pode ser ainda maior que o Mensalão e o Petrolão, desviado do bolso dos mais necessitados do país!
Farei a minha parte para não deixar isso acontecer. Sim, porque os presidentes das duas Casas - Câmara e Senado - estão tentando manipular a indicação do presidente e do relator da CPMI do roubo do INSS.
Querem repetir o que fizeram nas Comissões instaladas para investigar os atos de 8 de janeiro e a da COVID-19. A primeira foi blindada para proteger o governo Lula. A segunda, pior ainda, foi transformada vergonhosamente em um palanque eleitoral antecipado.
Não podemos permitir que isso se repita nesta importante CPMI, que precisa investigar a fundo, mandar para a cadeia aqueles que roubaram aposentados e pensionistas e garantir a devolução de todo o dinheiro.
Por essas e outras, serei candidato!
Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação.
Jesus no comando. Sempre! Paz e Bem”.
Com a “tomada” da CPMI do 8 de janeiro pelo governo, a Comissão limitou-se a repetir, inclusive com alguns dos mesmos personagens, a CPI da Pandemia, que ficou conhecida como “CPI do Circo”, que serviu principalmente para a perseguição política. Assim como a CPI da Pandemia, a CPMI do dia 8 de janeiro também não poupou esforços em humilhar pessoas e empresas que manifestaram apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além de quebrar sigilos sem qualquer fundamentação, vazar dados sigilosos para a velha imprensa e ameaçar pessoas de prisão.
O procedimento é o mesmo observado em inquéritos conduzidos em cortes superiores: matérias da velha imprensa atribuem um “rótulo” ou “marca” a um grupo de pessoas, e isso é tido como suficiente para quebras de sigilos, interrogatórios, buscas e apreensões, prisões e confiscos. Após promover uma devassa nas pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”, os dados são vazados para a velha imprensa, que então promove um assassi* de reputações que dá causa a novas medidas abusivas. Conforme vários senadores já notaram, os procedimentos são, comumente, dirigidos aos veículos de imprensa independentes, em evidente tentativa de eliminar a concorrência, controlar a informação e manipular a população brasileira.
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